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Internet ganha à televisão e é oportunidade para gestão online

Mais de metade dos portugueses que são clientes de pacotes de telecomunicações consideram que o telefone fixo é irrelevante. Esta é uma das conclusões da plataforma ComparaJá.pt. Este serviço tem uma ferramenta de comparação dos vários pacotes de televisão, internet, telefone fixo (3P) e telemóvel (4P), que tem permitido perceber quais as tendências de consumo dos portugueses.

Comparando estes serviços, é possível apurar que as empresas de gestão online podem e devem continuar a explorar este mercado, que veio decididamente para ficar: o mercado virtual e o desenvolvimento de plataformas, produtos e serviços específicos (e não adaptados) para este canal de comunicação.

Gestão online é oportunidade para particulares e empresas

Se a avaliação da referida plataforma permite afirmar que a população dá mais importância à qualidade do serviço de internet no momento de escolher o pacote de telecomunicações, o mesmo se aplica ao mercado empresarial. No caso dos pacotes 4P, o telemóvel é o mais importante para 24% dos subscritores e muito importante para outros 64%, é possível perceber que o potencial cliente de qualquer empresa dá muita relevância à rede móvel. Portanto, se este é o meio preferencial e mais utilizado pelos consumidores, será a plataforma a considerar pelas empresas para chegarem ao seu público-alvo.

Aliás, essa adaptação é realçada por José Figueiredo, diretor-geral do ComparaJá.pt. “Precisamos que o mercado comece a disponibilizar pacotes com tv e internet, bem como pacotes com tv, internet e telemóvel, que sejam competitivos e que se adequem às exigências dos clientes”, alerta.

Esta comparação permite também avaliar o mercado por regiões, isto é, perceber onde estão os consumidores mais adeptos das redes móveis. A gestão online é uma aposta vencedora, especialmente para quem tem clientes nas ilhas. É verdade. Madeira e Açores são as zonas do país em que há maior procura de pacotes com serviços de televisão, internet, telefone fixo, telemóvel e banda larga móvel. Em Portugal Continental, Aveiro e Castelo Branco estão no topo das regiões que mais procuram serviços de telecomunicações, seguindo-se Leiria. Viana do Castelo é a zona em que há menor procura dos serviços base (pacotes 3P).

Olá rede móvel, adeus telefone fixo

Estes dados são igualmente importantes para os gestores de marketing e de canais digitais. Ao entenderem esta tendência de consumo, vão adaptar toda a comunicação, não só da empresa com o cliente, mas também a nível interno, à rede móvel. Por exemplo, investir num software de gestão online traz benefícios não só na relação vendedor-cliente, mas também colaborador-colaborador, pois uma equipa que trabalha em rede é sem dúvida mais eficiente.

A gestão online é essencial para a atualização em tempo real sobre os processos e sobre o que está a acontecer ao negócio. Facilita a gestão de tarefas e desburocratiza a atividade, através do rápido acesso a relatórios completos. Além de que traz benefícios financeiros, ao permitir um melhor controlo dos gastos, das vendas e do stock.

Conhecer este mercado e as oportunidades que traz em termos de gestão online vai tornar a sua empresa mais competitiva e colocá-la um passo à frente da concorrência. Se não sabe como se adaptar a estes novos tempos, solicite ajuda a empresas de consultoria, como é o caso da Winsig.

Dora Loureiro – Winsig

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Softwares de gestão são essenciais para enfrentar nova proteção de dados

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) foi aprovado pelo Parlamento Europeu em 2016 e entrará em vigor a 25 de Maio de 2018. A partir dessa data, todas as entidades públicas e empresas privadas que tratem dados pessoais passam obrigatoriamente a identificá-los enquanto pessoas singulares. Para quem não tem um fornecedor de softwares de gestão que incluam a adaptação a esta mudança, terá maior dificuldade em implementar todas as normas procedimentais.

Este regulamento vai alterar profundamente o paradigma atual das empresas, porque no dia-a-dia de uma organização é usual a troca de cartões-de-visita numa ação comercial ou, por exemplo, numa atividade de cobranças usarem-se os dados do indivíduo responsável pela resposta numa ação de cobranças. Com as novas regras, numa qualquer ação de marketing, o uso do E-mail ou telefone presentes no cartão de visita, ou o uso do E-mail que identifica um indivíduo como responsável de cobranças, terá de passar a ser previamente autorizado pelo mesmo. Autorização essa que terá de ser explícita e condicente com as políticas de segurança de dados pessoais usados na empresa – onde deverá estar mencionado o direito ao esquecimento, que é uma das importantes novidades desta norma. Esta autorização deverá ser guardada e evidenciada sempre que solicitada pela autoridade fiscalizadora, Comissão Nacional da Proteção de Dados (CNPD).

Softwares de gestão serão determinantes para cumprir o regulamento

Para se preparar para aplicar o novo regulamento, o primeiro passo a dar deverá passar pela nomeação de um Encarregado da Proteção de Dados (DPO). Ou seja, alguém com alguma aptidão informática e ao mesmo tempo conhecedor dos processos da organização. Normalmente, em entidades mais pequenas, o ideal será atribuir essa responsabilidade ao CEO.

Este DPO terá a missão de fazer um levantamento de todos os processos que possam usar dados pessoais e que identifiquem pessoas singulares, bem como um levantamento de todos os meios informáticos usados na atividade, que envolvam dados pessoais e que estejam sujeitos a furtos e evasões informáticas. Este levantamento vai possibilitar a definição de medidas a aplicar e a escolha dos softwares de gestão mais adequados, junto dos seus parceiros tecnológicos. O ideal será contactar consultores de softwares de gestão que conheçam o RGPD, o possam aconselhar e oferecer soluções de acordo com a norma.

Investir no programa de gestão correto significa menos riscos

Os softwares de gestão ERPs, CRMs, são fundamentais na área da implementação e controlo das normas indicadas no regulamento. Espera-se que, até Maio de 2018, as empresas de programas de gestão terão munido os seus softwares de ferramentas que irão ajudar o DPO e os seus utilizadores nestas tarefas, de modo a cumprir o regulamento e garantir que a sua empresa está em conformidade. Ao contar com este apoio no controlo dos processos da empresa, estará a evitar irregularidades. Até porque as coimas poderão atingir os 20.000.000€ ou 4% do volume de negócios mundial da entidade em causa, consoante o montante que for mais elevado.

Tecnologicamente, ao nível de softwares de gestão, poderão ser implementadas medidas com apoio do(s) seu(s) parceiro(s):

• Garantir a encriptação e a deteção de intrusões em aparelhos que contenham dados de pessoas singulares e que circulam fora dos meios conhecidos da empresa (por exemplo: portáteis, telemóveis, cloud’s, etc.)
• Garantir a deteção de intrusões na rede interna da empresa (por exemplo: antivírus, firewalls, etc.)
• Garantir o funcionamento de formas de autenticação e encriptação no acesso às redes internas (por exemplo: terminal servers, VPN’s, etc.)
• Implementar um sistema de cópias de segurança fiável
• Encriptar todos os ficheiros que contenham listas de dados pessoais e que não sejam sujeitos a uma forma de autenticação (por exemplo: Excel, Word, etc.)

Certamente, existem entidades que já estão a implementar a norma, enquanto outras ainda nem sequer começaram a pensar nisto. No caso das últimas, esta é a altura certa para o fazer, uma vez que, mesmo que a 28 de maio não esteja concluída a implementação, podem já mostrar evidências à autoridade fiscalizadora (CNP).

Marco Carapinha – Winsig

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A sua empresa está apta para proteger dados?

A sua empresa está apta para proteger dados?
Falta menos de um ano para a entrada em vigor do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), um conjunto de novas normas que se aplicam a todas as empresas que processam dados pessoais na União Europeia. Importa por isso perceber se as organizações portuguesas estão preparadas para as alterações que aí vêm. Um estudo da Kaspersky Lab indica que os especialistas em tecnologia de informação nacionais admitem não estar totalmente sensibilizados e capacitados para lidar com as novas regulamentações europeias.

O RGPD será implementado a 25 de Maio de 2018, pelo que todas as empresas especializadas em tecnologia da informação têm poucos meses para conhecerem o novo regulamento. De acordo com o referido estudo, Portugal, Bélgica, Dinamarca e Noruega estão na lista dos países inquiridos que demonstraram maior desconhecimento em relação ao novo regulamento.

Índice de confiança dos especialistas de tecnologia de informação é baixo

Na prática, apenas cerca de 30% dos entrevistados portugueses mostrou-se confiante em relação às alterações que serão introduzidas com o novo regime. Atrás do nosso país surgem a Bélgica e a Noruega. Para o diretor-geral da Kaspersky Lab Iberia, Alfonso Ramirez, “a falta de conhecimento e atitude perante o RGPD demonstradas pelos profissionais de TI em toda a Europa é preocupante. Muitas empresas estão a colocar-se a si próprias e aos seus clientes em risco ao não adotarem medidas vitais neste momento, na forma como a informação pessoal é recolhida e protegida. A boa notícia é que muitas empresas estão já a praticar boas medidas de gestão de dados, portanto, apesar de parecer uma tarefa gigantesca, muito do trabalho de base já está feito para garantir total conformidade com o regulamento a 25 de maio de 2018″. Recorde-se que o prazo estipulado para a adaptação ao novo regulamento é igual para todos os países da União Europeia, “independentemente do seu tamanho, indústria ou localização”. França, Alemanha, Itália, Espanha, Holanda e Reino Unido são bons exemplos de nações que estão preparadas e comprometidas em cumprir as normas a implementar pelo RGPD.

Má adaptação ao RGPD acarreta prejuízos financeiros

“As medidas devem ser tomadas agora para garantir que não existem lacunas nos procedimentos de gestão de dados antes da fúria das autoridades reguladoras tornar o RGPD num remédio amargo, em vez de uma boa decisão para a segurança dos dados de uma organização”, alerta Alfonso Ramirez.
Estar apto a processar os dados pessoais de acordo com as normas da União Europeia é essencial para evitar multas pesadas e, consequentemente, impactos negativos na área financeira da sua empresa. Daí que a inclusão deste novo regulamento no programa de gestão utilizado pelos especialistas em tecnologias de informação seja já uma preocupação assumida por várias empresas de desenvolvimento de software.
Atualmente, as organizações estão em contagem decrescente para a adaptação da sua estrutura às futuras exigências europeias, pelo que é o momento indicado para se comprometerem com o RGPD e implementarem as mudanças necessárias no dia-a-dia empresarial, sob pena de ficarem sujeitas a serem multadas.
O estudo da Kaspersky Lab inquiriu mais de 2.000 especialistas em tecnologia de informação, a trabalhar em empresas com mais de 50 colaboradores e a operar em 11 países da União Europeia: Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Portugal, Bélgica, Holanda, Suécia, Dinamarca e Noruega.

Não corra riscos, consulte a equipa especializada da Winsig para conhecer as boas práticas de gestão de dados e as soluções mais indicadas para a sua empresa.

Dora Loureiro – Winsig

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Há 5 bons motivos para usar um programa de relatórios

Perde horas e horas a preparar relatórios e sente que lhe sobra pouco tempo para se dedicar à sua atividade comercial? Provavelmente está a usar a ferramenta de emissão de relatórios errada ou ainda não passou para o outro nível de automatização de processos. Atualmente, o mercado dispõe de soluções que dispensam o uso de meios tradicionais, como o registo manual ou a comparação de dados em formato papel. A mais-valia? Com um ou poucos cliques tem acesso a toda a informação que necessita, emite automaticamente relatórios e ainda acede a análises e cruzamentos de dados.

Um programa de relatórios permite-lhe medir de forma fiável e segura as métricas da sua empresa. Isso desencadeia um ciclo de consequências positivas para o negócio: otimização de processos, acesso imediato ao volume de negócios, à capacidade de produção, ao desempenho financeiro, ao grau de satisfação do cliente, às vendas, lucros e custos, entre outras vantagens.

5 bons motivos para investir num programa de relatórios

Permite definir o benchmarking: Este processo consiste na procura de melhores práticas de mercado, comparando o negócio com a concorrência e assim definir qual o caminho a seguir rumo ao êxito. Um programa de relatórios faz parte desse trabalho, já que lhe dá ferramentas para avaliar o desempenho da sua equipa. Por outro lado, as novas soluções de gestão possibilitam novos meios para conhecer o cliente e definir o seu perfil. Este é um ponto importante para direcionar as vendas, aplicar novas ideias ou desenvolver novos produtos.

Monitorizar e medir a capacidade de trabalho: A produção de relatórios sobre todo o ciclo de vendas dá ao gestor o conhecimento necessário para avaliar o desempenho da sua equipa e identificar os pontos em que esta pode melhorar. A mesma regra é válida para os colaboradores que, ao acompanharem a evolução dos seus contratos e angariações, têm uma visão integrada das suas tarefas e uma melhor perceção das suas falhas.

Uniformização de relatórios: O recurso a uma ferramenta de emissão de relatórios apresenta a mais-valia de gerar relatórios em conformidade com o que se pratica a nível nacional e internacional. Será muito útil para reuniões fora da empresa, em que seja necessário apresentar relatórios. Se todos seguem a mesma estrutura e regras, será mais fácil para os agentes externos analisarem a informação. Além de que estará a apresentar os dados de acordo com as conformidades exigidas por lei, evitando assim multas.

Melhoria do desempenho: Se todos os elementos da empresa têm acesso a um programa de relatórios que disponibiliza em tempo real toda a informação sobre o desempenho do negócio, estão mais capazes de definir eixos estratégicos e de tomar as decisões importantes. Se as escolhas são acertadas, a produtividade e o lucro também aumentam.

Boa performance na comunicação: Esta é uma das grandes vantagens do software de gestão e das ferramentas de emissão de relatórios. A comunicação entre todos os elementos da cadeia de negócio, desde a produção até à entrega ao cliente, torna-se mais simples, rápida e desburocratizada. Acabam-se as reuniões presenciais ou a espera pelo envio de informações. Com estas soluções, as equipas estão em permanente contacto, mesmo quando não estão na empresa.

Investir num programa de relatórios significa aumentar o desempenho do seu software de gestão e otimizar o seu negócio. O resultado? Clientes e colaboradores satisfeitos, que contribuem para melhores e mais vendas.

Contacte-nos!

Dora Loureiro – Winsig

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