Mobilidade corporativa muda gestão real para virtual

Mobilidade corporativa muda gestão real para virtual

As tecnologias vieram para ficar e transformaram (e vão continuar) a forma como vivemos, nos relacionamos e até trabalhamos.

As tecnologias de informação (TI) são o nosso sétimo sentido e o seu uso há muito que faz parte da forma como vivemos. Porém, se falarmos em mobilidade corporativa, poucos saberão do que se trata. Na prática, o termo é sinónimo das TI e, no dia-a-dia, com maior ou menor eficiência, todos fazemos uso destas ferramentas que facilitam qualquer atividade empresarial e mudaram o paradigma dos negócios. Estudos recentes estimam que, em 2018, existirão 2,8 milhões de portugueses sem um local fixo de trabalho ou a desenvolver grande parte da sua atividade fora do escritório. Será 64% da população ativa!

Por essa razão, as novas tecnologias de gestão, que começaram por ter a mera função de desbloquear os processos burocráticos dos serviços administrativos, rapidamente evoluíram e revolucionaram a forma como se gere uma empresa. Hoje, a mobilidade corporativa aumentou a produtividade das empresas e consequentemente os lucros. Encontra-se presente nas mais pequenas tarefas e negócios, desde o sistema de faturação (e respetivo equipamento) do pequeno café ou supermercado da vila, aos complexos mecanismos de gestão de negócios de multinacionais como a Sonae ou a Sumol+Compal.

Portanto, estas soluções de gestão inteligentes são aplicadas não só ao nível da organização e comunicação interna, mas igualmente na relação com parceiros (B2B) e com o cliente final – as soluções e plataformas B2C, que se massificaram com a explosão do comércio eletrónico.

Estudos recentes apontam ainda que com os smartphones e as aplicações inteligentes, há um novo mundo de oportunidades empresariais para explorar e que apresentam novidades quase diárias. Por isso, é natural que as empresas apostem cada vez mais numa gestão eficiente e virtual dos seus processos e que a própria estrutura dos recursos humanos seja crescentemente móvel, criando-se uma rede de trabalho à distância e contacto via plataformas digitais. Todos estarão ligados à distância de um click.

As soluções de plataformas e softwares de gestão / comunicação são totalmente adaptadas à necessidade do cliente

Enquanto algumas plataformas são desenvolvidas de raiz, existem outras que pelo seu enorme potencial podem ser totalmente formatadas para a atividade empresarial do cliente e necessidades de cada departamento. O PHC é um desses suportes, cuja plataforma base é evolutiva e programada à medida do utilizador.

A mobilidade corporativa está já bastante enraizada em setores como a Construção, Distribuição, Logística e Transportes, Ensino, Gráficas e Editores, Grossistas e Retalho, Indústria, Produtos Químicos, Serviços / Projetos, Tecnologias e Comunicação. Trata-se de uma abrangente área de oportunidades, em que o trabalhador não precisa de estar fisicamente na empresa para resolver processos ou comunicar com a restante equipa. Pense nas possibilidades que o departamento comercial ou trabalhadores que estão no cliente têm ao seu dispor, podendo através do telemóvel atualizar processos/informação e distribuir tarefas em tempo real.

Aliás, de acordo com um estudo da IDC, estima-se que com a explosão da tecnologia móvel e do fácil acesso a redes wireless tenha contribuído decisivamente para esta mudança do paradigma do trabalho, verificando-se cada vez mais tarefas desenvolvidas fora do local de trabalho.

O número de trabalhadores em mobilidade ultrapassa os dois milhões de pessoas, segundo o estudo, pelo que 48% da população ativa precisa de ferramentas cada vez mais desenvolvidas para facilitar e viabilizar o seu trabalho.

Novas tecnologias poupam tempo e custos

Todos já lemos informação sobre o impacto da globalização e como as diferentes economias têm reagido. Nos países desenvolvidos, é evidente que o mercado se tornou muito mais competitivo e a concorrência global. Resultado: consumidores mais informados e diminuição dos preços e margens (agudizados com a crise económico-financeira). A solução encontrada pelas empresas foi a mais eficaz e inteligente: tirar os maiores benefícios do desenvolvimento tecnológico para encontrar novas fontes de receitas e reduzir os custos. A mobilidade corporativa foi e é o caminho para alcançar a sustentabilidade do negócio.

A generalidade dos setores do retalho, banca, seguros, energia, turismo, e até a saúde, tanto em Portugal como no Mundo, estão cada vez mais assentes na economia digital. As empresas que fornecem soluções de mobilidade Corporativa confirmam-no: as organizações estão a adotar estratégias digitais para aumentar as vendas e consumo, aproximar-se dos clientes, aumentar a eficiência operacional e, sobretudo, inovar e adaptar os modelos de negócio à realidade do mercado.

Portanto, quando ponderar os custos associados à aquisição de tecnologias de informação e softwares, como o PHC (que é multidisciplinar e tem sido o pai de novos softwares especializados de mobilidade corporativa, adaptados a indústrias tão específicas como a têxtil, construção ou plásticos), lembre-se do custo-benefício. Incorporar estas soluções na sua empresa será uma mais-valia para um estudo detalhado (quase invitro) do cliente, para a produtividade e rapidez na resposta aos processos, para a eficácia do processo de tomada de decisão e delineação de estratégias. Verá que terá acesso a uma nova visão do negócio e a um novo mundo de estratégias empresariais!

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BYOD: desafio premente da mobilidade corporativa

BYOD: desafio premente da mobilidade corporativa

Questão acesa no novo paradigma da mobilidade corporativa: BYOD, ou Bring Your Own Device. Se ainda não se viu confrontado com a decisão fulcral de abrir as portas a esta recente tendência da mobilidade corporativa, não deve estar longe o dia em que se irá sentar a uma mesa e debater se o BYOD passará a constar das práticas adotadas na sua empresa. Podemos inclusive perguntar se já chegou o dia em que não é exequível continuar sem delinear uma política de BYOD.

Mobilidade corporativa: o futuro já chegou?

Independentemente do seu setor de atividade, hoje em dia os colaboradores têm de possuir literacia tecnológica suficiente para poderem desempenhar as suas funções. Muito provavelmente, mesmo fora do horário de expediente, já possuem uma vida pessoal virtual que se dissemina por vários dispositivos, quer seja um computador de secretária, computador portátil, tablet ou smartphone. Essa vida não cessa nem é interrompida quando o colaborador inicia o seu dia de trabalho e é quase uma certeza que, mais cedo ou mais tarde, os seus colaboradores começarão a interrogar-se sobre a sua política de BYOD e políticas gerais de mobilidade corporativa.

Se as fronteiras entre vida privada e profissional se tendem a esbater ou a erodir por completo, com colaboradores a mostrarem uma disponibilidade constante, é lógico que também eles comecem a perguntar-se se e em que medida podem usufruir dos seus dispositivos no âmbito profissional, dentro e fora das quatro paredes da empresa. Quando a questão é colocada pela primeira vez, podem pesar os prós e os contras, mas em última análise, ou define a sua própria política de BYOD, ou outros tratarão de o fazer por si. Não definir uma política de BYOD é, de todas as opções, a decisão que acarreta mais riscos.

Pesar prós, avaliar os contras e encontrar o equilíbrio

Não existe uma resposta definitiva para a questão do BYOD no âmbito da mobilidade corporativa. Cada empresa deverá antes de mais reconhecer que o BYOD é uma tendência consolidada, com o potencial de se tornar a norma em determinadas indústrias ou setores de atividade e apresenta a possibilidade de ter um impacto positivo na sua empresa, mediante um enquadramento apropriado.

Do lado das vantagens, podemos apontar o possível aumento da produtividade e satisfação dos colaboradores e ainda uma potencial redução de custos na aquisição de equipamento informático. Em contraponto, algumas das desvantagens apresentadas pelo BYOD prendem-se com questões de segurança, que não devem de todo ser menosprezadas. Num segundo ponto, a questão de decidir exatamente qual o nível de acesso facultado a cada colaborador pressupõe o estabelecimento de todo um sistema de TI, apoiado numa estratégia de gestão que irá provavelmente acabar por ter um impacto profundo sobre toda a empresa.

Avalie o estado de maturidade tecnológica da sua empresa e descubra as várias formas de gestão da mobilidade corporativa. Deixe o futuro desenvolver-se a seu favor.

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