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Nova estrutura do SAF-T-PT – Cuidados a ter

Conforme noticiado anteriormente, foi publicada a Portaria n.º 302/2016, de 2 de dezembro, no Diário da República n.º 231/2016, Série I, que resulta numa nova estrutura do ficheiro SAF-T-PT (versão 1.04).

Para o clarificar, apresentamos-lhe alguns dos pontos da nossa análise acerca da nova portaria.

O que entra em vigor a 1 de julho

As aplicações de contabilidade e/ou faturação (incluindo as que emitam documentos de transporte previstos no Decreto-Lei n.º 147/2003, de 11 de julho, e outros documentos suscetíveis de apresentação ao cliente para conferência de mercadorias ou de prestação de serviços) e as que emitam recibos, devem, elas próprias, efetuar a exportação do conjunto predefinido de registos das bases de dados que produzam, num formato legível e comum, com a estrutura de dados e respetivas restrições previstas no esquema de validação, sem afetar a estrutura interna da base de dados do programa ou a sua funcionalidade.

Relativamente aos documentos suscetíveis de apresentação ao cliente para conferência de mercadoria ou prestação de serviços.

A AT definiu:

A Portaria em epígrafe veio trazer algumas alterações à estrutura existente do SAF-T PT, uma delas diz respeito à tabela 4.3 – Documentos de conferência de mercadorias (WorkingDocuments).

Foram introduzidos nesta tabela no elemento WorkType (4.3.4.8.) os seguintes novos tipos de documentos:

OR: Orçamentos
PF: Pró-Forma
CM: Consulta de mesa
CC: Crédito de consignação
FO: Folha de obra
NE: Nota de Encomenda
OU: Outros

Como é que a PHC implementou este decreto na V21

Deste modo, para fazer face a esta alteração a aplicação passa a considerar os seguintes novos tipos, na lista de Tipos para SAF-T disponíveis.

Documentos de Faturação:

“–” Não entra para SAFT
“OR” Orçamentos
“PF” Pró-Forma
“CM” Consulta de mesa
“CC” Crédito de consignação
“FO” Folha de obra
“OU” Outros

Dossiers Internos:

“–” Não entra para SAFT
“OR” Orçamentos
“CM” Consulta de mesa
“FO” Folha de obra
“NE” Nota de Encomenda
“OU” Outros

Todos os documentos a partir deste momento que passem a ser certificados terão que obedecer ás regras da certificação existentes até aqui. Assim todos os documentos certificados, mesmo que sejam uma encomenda ou orçamento, não podem ser alterados, ficam com o mesmo comportamento que uma fatura.

A Winsig recomenda que avalie o impacto desta alteração na sua organização, pois será necessário planear o upgrade do PHC para a versão 21 (caso ainda não tenha sido realizado) e efetuar as alterações necessárias no vosso sistema de forma a cumprir a portaria em epigrafe, caso tenham alguma dúvida podem contactar a Winsig, para qualquer esclarecimento sendo que, o parecer da Winsig, não pode ser visto como vinculativo, devendo em caso de dúvidas do foro legal, esclarecer as mesmas junto do seu Técnico de Contas, Revisor de Contas ou pedindo um parecer vinculativo à Autoridade Tributária.

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Software de gestão: a sua informação está realmente segura?

A introdução das novas tecnologias, nomeadamente ao nível de software de gestão de informação e de processos, trouxe muitas vantagens para as empresas. Estas passaram a aceder rapidamente aos dados, através de um clique e a armazenar num único espaço (virtual) toda a informação. Porém, importa saber se a segurança e proteção destes ficheiros, muitos deles confidenciais, está realmente salvaguardada.

A informação é o fator-chave do êxito da empresa. A segurança dos sistemas de informação é uma exigência.

Na hora de escolher um software de gestão, opte por uma solução que tenha em consideração todos os riscos indesejáveis que podem afetar o seu negócio e que disponha do controlo necessário para reduzir ao máximo esse risco de exposição.

Um software de gestão tem que ser rigoroso na segurança

E esse rigor passa por avaliar caso a caso, empresa a empresa. Para definir o plano de segurança mais adequado, o consultor que está a implementar o software de gestão tem que avaliar a relação custo / benefício das medidas de segurança que vai aplicar a cada cliente.

As tecnologias de informação têm dois tipos de segurança associados:

Segurança lógica: Engloba todas as aplicações informáticas, desenvolvidas especificamente para cuidar da segurança das ações diárias, o que inclui, por exemplo, gestão de tráfego, controlo do acesso à Internet ou data loss prevention.

Segurança física: É um complemento da anterior e protege sobretudo todo o acesso à informação a partir de um espaço físico, através por exemplo do controlo do acesso, de alarmes de deteção de alterações no ambiente do local de acesso ou da vigilância remota das localizações.

Soluções PHC cumprem vários objetivos

Entre eles, a questão da segurança. Como se trata de um software de gestão modular, permite adequar-se às necessidades dos vários intervenientes, cumprindo os objetivos de cada empresa. A interligação de vários módulos possibilita a diminuição de trabalho e um maior rigor da informação.

Como está em constante desenvolvimento, a questão da segurança é uma das áreas mais acauteladas, integrando várias medidas de controlo dos processos.

A Winsig dispõe de uma equipa com experiência em implementação de soluções de gestão integrada, atuando nas mais diversas áreas de atividade, como construção, distribuição, logística, retalho, tecnologias, entre outras. Contacte-nos.

Dora Loureiro – Winsig

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Cada vez mais jovens investem em competências digitais

A Google lançou um atelier digital para formar jovens interessados em desenvolver as suas competências digitais. Desde o seu lançamento em Portugal, em dezembro do ano passado, já foram formados 15.019 profissionais em marketing digital. O curso, gratuito, inclui formação presencial e destina-se a todos os jovens, empregados ou desempregados, com ou sem formação académica. A elevada adesão mostra o interesse na aquisição de competências digitais e que as empresas disponibilizam cada vez mais oportunidades de emprego para profissionais com estes conhecimentos.

A digitalização dos negócios, em todos os setores de atividade, está a mudar o mercado de trabalho. As empresas, sejam de grande dimensão ou até mesmo as mais pequenas, perceberam que os potenciais clientes chegam cada vez mais pelo canal digital e que, para dar resposta a este novo paradigma, há que ter uma equipa com profissionais capazes de posicionar a marca na economia virtual.

Marketing digital é uma mais-valia

O curso da Google, que alia formação online e presencial, aborda precisamente as competências mais solicitadas pelas empresas para desenvolver o departamento de marketing digital: otimização para motores de pesquisa (SEO), marketing para motores de pesquisa (SEM), marketing nas redes sociais e mobile, análise de Web, pesquisa, E-mail, redes sociais, redes display, vídeo, e-commerce e web analytics e internacionalização. Quem concluir o curso recebe uma certificação reconhecida pela IAB Europe.

Estas ferramentas são igualmente uma mais-valia para empreendedores que estão a implementar o seu negócio, pois vão permitir-lhes compreender melhor o seu público-alvo e definir uma estratégia empresarial.

Empresas investem em competências digitais

São vários os motivos que levam os empreendedores a apostar numa estratégia de marketing digital. Antes de mais porque a evolução tecnológica tem mostrado que este é o caminho a seguir para atrair clientes e assim aumentar as vendas. Se cada vez mais o telemóvel e o tablet são os meios preferências de acesso à Internet, importa saber gerar valor neste meio. A tendência de comprar online veio para ficar e, por isso, há que ganhar exposição no mercado digital.

Os novos profissionais, os que detêm competências digitais, com certeza terão a visão de qual a segmentação e direcionamento das campanhas que vão influenciar a compra.

Na Winsig, temos uma equipa de especialistas multidisciplinares, capazes de analisar os problemas, dificuldades e estratégias da sua empresa, bem como de implementar as ferramentas adequadas para ajudar o seu negócio a dar o salto.

Dora Loureiro – Winsig

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Drive FX passa a integrar aplicações dos parceiros da PHC

A PHC está atenta ao trabalho inovador desenvolvido pelos seus parceiros certificados. Sinal disso é a transformação da ferramenta de gestão, Drive FX, que a partir de agora passa a disponibilizar na sua loja eletrónica uma série de add-ons (adições) desenvolvidas pelas marcas que a representam.

Desde setembro do ano passado que a PHC fornece o Drive FX em cloud computing. Como se trata de um software de gestão direcionado para pequenas e médias empresas e startups, a marca abriu o seu leque de serviços às soluções desenvolvidas para este segmento e que se destacam pelos serviços personalizados.

“Agora, qualquer parceiro PHC pode criar e vender os add-ons que imagine para soluções na cloud. O efeito que isto pode ter na produtividade da economia real é enorme”, revela Cláudia Raposo, Chief Operations Officer da PHC Software, em comunicado divulgado pela marca.

Solução foi idealizada para nichos de mercado

Esta aposta destina-se a dar resposta às empresas de menor dimensão, que necessitam de uma adaptação da Drive FX às suas especificidades, desafios e necessidades dos colaboradores. Assim, com “um investimento adequado à sua dimensão”, os empresários com negócios em desenvolvimento ou que atuam em pequenos nichos de mercado têm uma panóplia de ferramentas vocacionadas para a sua atividade.

Estas soluções podem ser encontradas na loja da Drive FX e o seu funcionamento baseia-se na matriz da cloud do software PHC.

Confie no principal parceiro da PHC

Esta aposta da PHC é igualmente uma iniciativa que pretende fomentar e dinamizar a área de investigação e inovação dos seus parceiros. A Winsig tem sido líder neste desenvolvimento de soluções personalizadas, o que lhe vale o estatuto de principal e maior parceiro certificado da PHC.

A equipa de consultores da Winsig tem a missão de a cada projeto enumerar as necessidades do cliente e adaptar todas as plataformas ao seu modo de trabalho e objetivos empresariais. Opte pelo parceiro número 1 da PHC e venha descobrir quais as ferramentas que temos para alavancar o seu negócio.

Dora Loureiro – Winsig

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