Simplifique a gestão empresarial com o Sage ERP X3

Simplifique a gestão empresarial com o Sage ERP X3

Tempo é algo que escasseia, quando os contabilistas têm a sua cargo vários processos e tarefas, por vezes respeitantes a diversas empresas e clientes. A pensar nos gabinetes de contabilidade e na necessidade urgente de automatizar processos, a Sage ERP X3 tem a ferramenta que garante o bom e rápido desempenho das atividades.

O software comercial mais indicado é sem dúvida aquele que integra o Sage Contabilidade. Trata-se de uma plataforma que possibilita uma eficaz gestão das tarefas para que o profissional consiga dar resposta atempada às diversas obrigações legais e fiscais de cada cliente. Com uma ferramenta especializada, como um Sage ERP X3, fica com mais tempo para desempenhar outras ações importantes, nomeadamente relacionadas com a gestão empresarial e o aconselhamento.

Sage ERP X3 contribui para a boa gestão empresarial

Os TOC (Técnicos Oficiais de Contas) assumem nos dias de hoje a função de consultores fiscais e financeiros e, para isso, precisam de um software comercial adequado. O Sage Contabilidade disponibiliza toda a tecnologia necessária para simplificar os processos, sem deixar margem para erros. Por exemplo, nesta plataforma existe um assistente de reconciliação bancária para tornar a ação automática, cruzando as informações sobre os movimentos bancários e os da aplicação de contabilidade.

Este software encontra-se certificado pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e apresenta-se como um ERP moderno, que está atualizado em permanência. Desenhado especificamente para profissionais de contabilidade, o Sage ERP X3 tem a mais-valia de oferecer uma solução de gestão completa.

Plataforma para contabilistas permite melhorar a tesouraria

Além disso, as tarefas são concluídas mais rapidamente e com eficácia. E o TOC fica mais disponível para acompanhar e aconselhar os seus clientes sobre a melhor forma de alcançar o sucesso. Esta vantagem, que vai de encontro às exigências do cliente da atualidade, contribui para a competitividade das soluções sugeridas pelos gabinetes de contabilidade.

Por outro lado, a abrangência deste software comercial passa pela sua capacidade em armazenar e gerir toda a informação sensível e crucial para qualquer empresa, desde a contabilidade, passando pela faturação, informações fiscais, processos, clientes, fornecedores, etc.

Se procura um software comercial competitivo e totalmente desenhado para departamentos de contabilidade, encontra na Winsig, parceiro da Sage ERP X3, a melhor solução e uma equipa especializada pronta a ajudá-lo a instalar a plataforma.

Dora Loureiro – Winsig

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Ricardo Parreira, CEO da PHC, em entrevista: "Há uma mudança de mentalidade que promove o investimento"

Ricardo Parreira, CEO da PHC, em entrevista: “Há uma mudança de mentalidade que promove o investimento”

Com um recorde de participantes no evento Open Minds 2016 e um crescimento a dois dígitos no último ano, a PHC está a assistir a uma mudança de mentalidades no mercado português. Em entrevista à B!T, o CEO Ricardo Parreira diz que a atitude dos empresários perante sinais de contração é agora de investimento.

Portugal foi, na verdade, o grande motor de crescimento da PHC em 2015, ano em que conseguiu a faturação recorde de nove milhões de euros. A especialista em software de gestão está também a alargar a sua presença internacional, a aumentar os quadros e a investir mais em Investigação e Desenvolvimento. É uma nova fase para a empresa, que cumpre agora 26 anos de operação.

Como é que correu o Open Minds, que foi o vosso maior evento anual de sempre?

Muito bem, antes fazíamos vários encontros e desta vez tivemos mais pessoas do que nos outros juntos. O grande objetivo deste evento é passar a mensagem aos parceiros e eles saírem de lá otimistas e cheios de vontade. Na prática, é o acumular de um ano de trabalho que apresentamos ali com o objetivo de lhes dar força e esperança, precisamos sempre de um certo otimismo e energia.

Que novidades foram apresentadas?

Houve três áreas principais que apresentámos. Uma é o nosso ERP em web. Há cerca de três anos iniciámos a transformação do nosso ERP e cada ano que passa temos mais áreas a funcionar em web. Tem sido bem recebido, porque hoje em dia as pessoas já trabalham em qualquer hora e o acesso ao ERP no tablet ou telefone passou a ser quase banal.

Lançámos o PHC XL (análise de dados financeiros) que teve palmas espontâneas a meio do anúncio, foi engraçado.

E a Loja Web, solução de e-commerce. Até hoje, os nossos clientes tinham de comprar uma plataforma e integrar ou ter um parceiro nosso a desenvolver uma loja online. Temos quase 30 mil clientes e achámos que se tivessem uma loja que fosse só configurar as cores e logotipos, escolher uma série de temas e aquilo ficasse a funcionar em 10 minutos, iam adorar.

Lançámos ainda uma série de novidades nas nossas áreas chave de retalho e indústria, que nos diferenciam e exigem que o parceiro se especialize; hoje em dia, já não é possível que o parceiro venda tudo a todos.

Mantiveram ou aumentaram o investimento em I&D?

Cresceu à volta de 10%. É uma das áreas que tem estado a crescer mais, no ano passado investimos 1,6 milhões de euros em I&D. Não é só o que gostamos de fazer, é o que temos de fazer. Os clientes estão à espera de inovar só atualizando software, portanto temos de ser muito próativos em encontrar soluções novas para problemas antigos.

Crescemos em número de pessoas à volta de 7% e o grosso das pessoas que entraram foi desenvolvimento e área internacional.

Refere-se ao investimento na América Latina?

Sim. No ano passado, depois de alguns anos a investigar quais seriam os países com maior possibilidade de sucesso para nós, escolhemos o Peru e fomos muito bem recebidos. Como já temos uma posição em Espanha que está a crescer, todas as sinergias estão a ser aproveitadas na América Latina. O Peru será a nossa base, há uma série de empresas a quererem ser nossos parceiros, e depois temos oportunidades na Colômbia e no Chile, que serão os passos seguintes.

O Brasil não está nesses planos?

Também estudámos o Brasil, e escolhemos não ir para lá, pelo menos nos próximos cinco anos.

Isso deve-se à instabilidade e ao facto de estar a abrandar?

O abrandamento económico é sempre o fator número 1. Não é propriamente um país que esteja numa boa fase. Mas, além disso, em termos de software de gestão eles são um país muito específico. Têm um enquadramento fiscal muito complexo, e têm um sistema de protecionismo com mais de 80% de impostos sobre importações de software. É quase obrigatório abrir lá empresa, mas depois o retorno do capital é muito complexo. O Brasil não é neste momento um país que esteja virado para o investimento estrangeiro. Enquanto que o Peru e outros países estão. É um país em que já vivi, conheço bem, mas não nos parece uma boa oportunidade de negócio.

Que peso representará este ano o mercado latino-americano?

No ano passado, o peso internacional foi 5% das vendas. Queremos em três anos subir isto para muito mais. O peso da América Latina este ano ainda vai ser residual, porque o software de gestão tem um ciclo de negócio que não é curto. Trabalhamos acima de tudo as médias empresas, que demoram entre seis meses a um ano para decidirem qual é o melhor software para si. Queremos que haja vendas e clientes, mas o peso não vai ter muito significativo.

Em 2015 também tiveram um recorde de vendas, cresceram 12%.

Sim, foi o melhor ano da história da PHC. É verdade que nunca tivemos prejuízos, mas atingimos os 9 milhões de euros, foi um ano excelente.

É possível este ano voltarem a crescer a dois dígitos?

Nós este ano estamos a crescer a mais de dois dígitos, com o primeiro trimestre fechado. Não consigo prever o futuro, mas gostava e acredito que é possível, que todo este entusiasmo que gerámos nos parceiros e o internacional estar a correr bem, voltar a crescer a dois dígitos.

Qual será a fatia total do internacional?

O peso do internacional baixou no ano passado porque Portugal cresceu imenso. Foi por causa de Portugal que atingimos este número. Estamos a assistir a uma mudança de mentalidade muito interessante, que eu francamente não estava à espera. Em 2008, quando veio a crise do sub-prime, as empresas com o medo da crise pararam os investimentos, assumiram uma atitude de esperar para ver. Neste momento, houve uma pequena redução de confiança em Portugal, no final do ano, mas a reação das empresas está a ser completamente diferente do que foi há 7 anos. Pensam, “Isto agora é capaz de apertar, portanto agora tenho que investir, tenho que me reformular, tratar melhor os clientes.” É uma mudança de mentalidade que promove o investimento. Isso deixa-me otimista quanto ao sucesso da PHC neste cenário.

Portugal vai então voltar a crescer?

Sim, e esperamos que o internacional volte rapidamente aos 8% a 10%. Cada mercado tem as suas vicissitudes e acontecem as mais variadas coisas, por isso é que não podemos apostar tudo num só mercado, porque a instabilidade internacional é muito forte. A nossa posição na PHC é de que este negócio só é interessante se estivermos sempre em crescimento, portanto temos que apostar em várias frentes. É difícil prever o que vai ser o peso internacional. Estamos otimistas de que vai correr bem, mas o mundo está muito instável.

No ano passado conquistaram 1000 novos clientes. De que tipo de empresas estamos a falar?

Temos três tipos de empresas a que nos dedicamos especificamente: micro e pequenas, que pesaram 26%, as médias empresas, acima das 100 pessoas, que tem sido um quinto do nosso negócio, 18%, e as grandes.

Em que áreas conseguiram mais clientes?

Quase metade dos nossos clientes está na área de serviços, um quarto à volta do comércio, porque temos a solução de retalho que tem trazido muitos novos clientes, e à volta de 5% a 6% é indústria.

Nenhuma cresceu mais que as outras?

A área do retalho foi a nossa área mais forte, a que cresceu mais. Mas temos uma oferta muito grande de produto, que serve a qualquer tipo de empresa.

Planeiam contratar mais pessoas, continuar a crescer os quadros?

Sim, vamos contratar 33 novas pessoas este ano. É para o internacional, em várias áreas – desenvolvimento, qualidade, suporte, vendas, marketing. Depois temos áreas que continuamos a desenvolver, I&D, estamos sempre em recrutamento, mas também queremos cada vez mais um excelente serviço ao parceiro. Não vendemos diretamente aos clientes finais, por isso temos de nos assegurar que o parceiro faz um bom serviço, e para isso precisa de um bom serviço nosso. Temos recrutamento em aberto para a área de formação, suporte, área comercial, marketing.

No que toca ao canal, também aumentaram a rede de parceiros?

Não. Estamos nos 400 parceiros em todo o mundo. Temos estado estáveis no número, o que não quer dizer que sejam os mesmos parceiros do ano anterior. Estamos satisfeitos, em Portugal cobrimos o país inteiro. Estamos mais focados em parceiros novos ou para substituir aqueles que vão acabando, ou lá fora em determinados mercados – é por aí que tudo começa.

Este reforço é então ao nível do serviço que lhes prestam?

É. Queremos um canal cada vez mais forte e mais eficaz. Temos um software que permite desenvolver em cima, fazer coisas como se fosse uma plataforma de desenvolvimento. E acho que tem sido esse o nosso truque. Foi conseguir que os parceiros façam software que nem imaginávamos, eles resolvem problemas dos clientes sem precisar de falar connosco. Temos de manter um forte investimento na formação deles, em conteúdos, o serviço não é só suporte mas todo o ecossistema de esforço de ter os parceiros em alta performance.

A Loja Web é numa lógica de Plataforma como Serviço?

Nesta área temos dois sistemas de software, um que é o FX e outro que é o CS. A Loja Web foi desenvolvida para os clientes de CS. Aqui, o cliente tem quatro tipo de escolhas: pode comprar ou subscrever, e depois pode alojar numa cloud privada ou cá. No PHC FX é uma cloud pública, no CS escolhe o que quiser. Adapta a forma como usa o software às suas necessidades e capacidade de investimento.

Qual é a abordagem que as empresas têm tido a esta transição para os serviços na nuvem?

Começa a haver cada vez mais apetência por saber, perceber e conhecer. Depende do segmento de mercado. Nas médias empresas a mentalidade ainda é muito aquisitiva. Na área do ERP ainda estão muito centrados em ter o software e controla todo o sistema. Nas micro e pequenas empresas já se assiste a uma apetência muito grande pela cloud. É uma coisa interessante.

É por uma questão de custos?

É por várias questões. Acho que hoje todo o sistema informático é muito mais complexo. É a questão do custo, por ser complexo, mas para uma pequena empresa, a oferta da cloud é irrecusável. Não tem investimento inicial porque pode subscrever; tem garantia de segurança, back-ups, infraestrutura, profissionais a validar tudo, nunca terá de ter o software em casa. É muito mais fácil trocar o software. Tudo isto reduz imenso o risco. E numa pequena e micro empresa, que está na luta pela sobrevivência, o risco é maior. Quando não existe mentalidade aquisitiva no empresário, a proposta de valor de um ERP em cloud é praticamente irrecusável, e isso é que nos fez ter 1500 clientes em PHC FX com índices muito bons de satisfação.

Fonte do Artigo: bit.pt

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PHC lança CS 19 com solução de e-commerce integrada

PHC lança CS 19 com solução de e-commerce integrada

A PHC lançou esta semana a versão 19 do CS, que integra uma solução e-commerce com a plataforma de gestão. As novidades da oferta foram inicialmente reveladas à comunidade de utilizadores no PHC Open Minds, em Março.

O produto, denominado Loja Web, marca a primeira vez que a PHC integra uma solução de e-commerce com o software de gestão. A empresa portuguesa adianta que o CS é utilizado por 29 mil empresas clientes e que esta novidade lhes permitirá endereçar novos mercados. A principal vantagem é ser “fácil de configurar e usar”.

“Estamos empenhados em trazer às empresas soluções que as tornam mais competitivas”, explica Cláudia Raposo, diretora de operações da PHC. “E foi por isso que criámos a nossa Loja Web. Esta é uma solução que torna os processos de venda mais eficazes para quem utiliza software PHC”, salienta.

O PHC CS 19 também traz novidades para alguns sectores. No retalho, o software promete melhorias ao nível da eficácia e produtividade das unidades e uma capacidade de resposta maior às variações do mercado. Os comerciantes poderão, por exemplo, processar vales de desconto e cheques-oferta mais facilmente ou tornar o seu POS (Point of Sale) tátil mais funcional e atrativo. Podem ainda garantir a sincronização de toda a rede de lojas de forma direta.

No caso da indústria, a nova versão “permite ir mais longe nas operações.” O PHC CS Manufactor passa a ter uma estrutura de dados preparada para a integração com o PHC CS Desktop e Web. Além disso, suporta a decisão através da visualização dos níveis OEE (Overall Equipment Effectiveness), que pode ser acedida em qualquer dispositivo, através de um monitor web. A intenção é aumentar a produtividade e a eficácia de gestão de recursos.

Outra novidade é no PHC CS XL, com uma versão que melhora a performance dos templates financeiros e possibilita a análise de todos os dados, incluindo a contabilidade analítica do MS Excel.

O PHC CS 19 será lançado agora para Portugal, Angola e Moçambique. O lançamento em Espanha e nos países da América Latina chegará mais tarde, visto que é preciso adaptá-lo à realidade legal, fiscal e cultural de cada país.

Fonte do Artigo: bit.pt

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PHC tem novo módulo para programas de contabilidade

PHC tem novo módulo para programas de contabilidade

Abril e maio são meses de grande volume de trabalho para os gabinetes de contabilidade. Às responsabilidades relacionadas com a gestão financeira dos clientes empresariais junta-se o aumento de pedidos de submissão da declaração anual de rendimentos (IRS). A gestão de vários clientes e processos torna-se desafiante para os contabilistas e o recurso a programas de gestão integrada é uma mais-valia para que não haja perda de informação.

O PHC CS é a plataforma mais indicada para fornecer programas de contabilidade completos, que possibilitem agrupar dados contabilísticos e processuais. Foi o que fez a Contabilidade em Dia, que consultou a Winsig, parceira oficial da PHC, para a implementação do PHC XL CS, que tem como base o PHC Contabilidade.

Programas de contabilidade adaptados às necessidades deste setor

Com atuação nos segmentos de consultoria, contabilidade e gestão financeira, a empresa Contabilidade em Dia precisava de uma ferramenta que incluísse na mesma plataforma todas as áreas vitais da gestão empresarial dos seus clientes. Enquanto prestador de serviços, necessitava de um programa que fornecesse um conjunto de funcionalidades que promovessem uma rápida análise das várias especificidades de uma atividade.

A Winsig adaptou por isso o PHC CS às características da Contabilidade em Dia, recorrendo ao novo módulo PHC XL CS. Esta solução tem uma série de recursos ideais para gabinetes de contabilidade, nomeadamente o reporting financeiro em Microsoft Excel, que permite importar dados contabilísticos e informação interna / externa, criar análises, mapas e gráficos. No total, estes programas de contabilidade têm cerca de 250 funções que melhoram o dia-a-dia destes profissionais.

PHC XL CS permite criar fórmulas para cada negócio

“No Excel podemos ver erros imediatamente, a partir da função IF sabemos inclusive o valor dos erros ao longo de todos os mapas, como é o caso da IES. Esta facilidade de utilização e retorno rápido de resultados vem garantir uma enorme economia de tempo no nosso trabalho e no feedback a dar aos clientes”, revela Pedro Norton, sócio-gerente da Contabilidade em Dia.

Uma das vantagens dos programas de contabilidade do PHC CS e que se revelaram extremamente úteis para a Contabilidade em Dia está relacionada com o seu caráter abrangente, em que o utilizador acede aos dados que pretende e pode visualizá-los em simultâneo para que a análise seja facilitada e mais eficiente. Além disso, as informações disponibilizadas estão atualizadas em tempo real e há uma integração automática entre o Microsoft Excel e o PHC.

Descubra todas as funcionalidades do PHC XL CS para otimização dos programas de contabilidade. Na Winsig encontra uma equipa especializada, responsável por encontrar os melhores módulos do PHC CS e adaptá-los às especificidades de cada empresa.

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Automatize o seu negócio com a solução PHC Enterprise

Automatize o seu negócio com a solução PHC Enterprise

Procura uma plataforma que automatize os processos administrativos e agilize toda a burocracia da sua empresa? O PHC CS é o indicado. Se tem uma pequena ou média empresa, a solução que melhor se adapta ao seu caso é o PHC Enterprise, uma vez que dispõe de vários módulos para as necessidades de cada departamento de uma PME.

A gama PHC Enterprise tem como mais-valias o facto de poder ser utilizado por vários colaboradores, ter funcionalidades que são adaptadas à empresa em questão e ser desenhada para diminuir a intervenção humana em tarefas burocráticas. Assim, os recursos humanos são rentabilizados e direcionados para outras tarefas, incrementando a produtividade.

Foi o que fez a Bizerba que migrou para o PHC Enterprise. A multinacional alemã opera em 140 países e há muito que procurava uma ferramenta de gestão fiável dos dados corporativos. Por outro lado, queria eliminar os processos em papel e garantir um registo fidedigno da informação. Recorreu à Winsig pela experiência demonstrada no âmbito das TI e foi aconselhada a optar pelo PHC CS, uma solução integrada para controlar a área de suporte técnico ao cliente e respetivos processos.

Módulos personalizáveis do PHC Enterprise conquistaram a Bizerba

Com um negócio em plena fase de crescimento, a solução encontrada para os desafios inerentes da evolução natural da empresa consistiu na migração do PHC Advanced para Enterprise, integrando assim o módulo de assistência técnica e um conjunto de funcionalidades adicionais.

No final do processo, a Bizerba, marca que disponibiliza um conjunto de soluções globais exclusivas de hardware e software, baseadas no valor do “peso”, era detentora de um Serviço de Assistência Técnica (SAT) bastante mais ágil e automatizado, de um suporte remoto e instalação de equipamentos e software, de um sistema de check-up de equipamentos, de meios de formação personalizada dos colaboradores e de um serviço de gestão e venda direta de peças e consumíveis.

Solução de PHC gere 9.000 intervenções por ano

Uma das vantagens da adoção do PHC Enterprise está na dinâmica gerada entre o contacto do cliente e a realização do serviço. Com um sistema de gestão adaptado para PMEs, a Bizerba passou a ter um fluxo de trabalho definido virtualmente, em que todos os serviços solicitados pelos clientes são recebidos e registados na plataforma de PHC CS e exportados para o sistema móvel do Serviço de Assistência Técnica, que encaminha para o coordenador do respetivo centro.

Esta plataforma gere 9.000 intervenções por ano, num universo de 4.500 clientes e 30.000 equipamentos ativos. Números que deixam a marca bastante satisfeita, especialmente porque a equipa da Winsig “teve um papel que ultrapassou a simples implementação de uma solução. Interveio sempre como um parceiro estratégico em todo o processo de definição, investindo na solução os recursos necessários para o seu êxito, de forma eficaz”.

Atualmente, a Bizerba regista um aumento da produtividade e da sua capacidade operacional, devido ao sistema customizado que se adapta constantemente à evolução do negócio.

Fiabilidade, transparência e otimização dos custos via racionalização dos meios são características do PHC. Se tem uma PME, consulte a Winsig e descubra como o PHC Enterprise pode impulsionar o seu negócio.

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